
Para o executivo, há muitas questões ainda em aberto sobre a estratégia de recuperação para a montadora, apesar de um impressionante esforço para cortar custos.
A análise surgiu a uma semana da apresentação de Marchionne do plano de recuperação da Chrysler, em cinco anos, à Fiat Sp.A, em Turim, prevista para 21 de abril. “Não estamos convencidos ainda de que a montadora norte-americana sobreviverá na forma atual, apesar do sangue, suor e lágrimas de Marchionne” – disse Warburton.
O analista destacou que é possível a Chrysler demonstrar progresso no primeiro trimestre do ano, pelo menos do ponto de vista contábil, mas é preciso cautela sobre uma virada completa, já que o negócio enfrenta inúmeros desafios — como uma linha limitada de novos produtos em desenvolvimento, uma linha de veículos pouco atrativa e um volume bastante limitado de sinergias entre Fiat e Chrysler.
Warburton disse ainda que é irrealista a meta de Marchionne de conquistar 14% do mercado em 2014, ao final do plano de cinco anos.
Foto: Sérgio Marchionne, executivo-chefe da Chrysler Group/divulgaçãoi.
Fonte: Automotive News.