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Anfavea não faz previsões para a produção

No encontro com a imprensa ontem, 8, o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, não fez previsões sobre a evolução do mercado de autoveículos no Brasil em 2009. Para ele é preciso esperar outros indicadores, especialmente na área econômica e em mercados automotivos relacionados ao nosso. A produção interna sofrerá reflexos da retração das vendas externas a países que eram nossos clientes ou constituem alvo dos asiáticos, especialmente na América do Sul. Para a entidade, as exportações devem declinar até mesmo em valor. Schneider afirmou à Gazeta Mercantil que discute com o governo medidas para retomar o patamar de venda de carros usados de antes do início da crise em setembro. Ele não quis adiantar quais são os incentivos, mas entre eles podem estar redução de juros. Assegurou, por outro lado, que não vem mantendo contatos no sentido de estender para além de março os benefícios fiscais na comercialização de veículos, com incentivo para o IPI e IOF. O dirigente revelou que o setor acusa queda no nível de emprego desde novembro, mas ressalta que durante 2008 foram criados 7.600 postos de trabalho entre fabricantes de autoveículos e máquinas agrícolas. Em novembro a indústria tinha 131.209 empregados, mas houve 3.208 dispensas até o final do ano, que terminou com 127.993 empregados, dos quais 110.745 em autoveículos e 17.248 em máquinas agrícolas.
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Redação AB

09 jan 2009

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