
Belini disse que, depois de picos de venda, no final de 2009 e no início deste ano, proporcionados pela redução temporária do IPI, o mercado interno de automóveis está se ajustando para um novo patamar de crescimento, que ele considera menor, mas com avanço consistente. Ele atribuiu o bom comportamento do mercado automobilístico à estabilidade da economia interna e ao aumento do poder de compra do trabalhador.
O executivo mostrou preocupação, porém, quanto ao mercado externo, uma vez que o carro nacional perdeu competitividade lá fora, por causa da desvalorização do dólar em relação ao real e porque os mercados compradores encolheram depois da crise econômica mundial deflagrada em setembro de 2008. Outro receio é quanto aos efeitos do aumento do preço mundial do ferro, uma vez que o aço (liga de ferro) é cerca de 60% da composição do veículo.
Fonte: Stênio Ribeiro, Agência Brasil.