
-Veja aqui os dados da Anfavea
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O executivo aponta como uma vitória o fechamento do novo acordo automotivo com a Argentina, desta vez com validade de quatro anos, o que dá mais previsibilidade para a indústria (leia aqui). “Assim as empresas podem programar melhor a produção e as entregas”, afirma, lembrando que o país é o principal mercado para veículos brasileiros. Megale reforça ainda que o primeiro semestre do ano também foi marcado por aumentos nas entregas ao México, à Colômbia e ao Uruguai.
Os dados isolados de junho mostram queda nas exportações da ordem de 7,5% na comparação com maio, para 43,3 mil veículos. O resultado é ainda 9,6% inferior ao do mesmo mês de 2015. Megale, no entanto, entende que a baixa é uma situação pontual. “Pode ter sido causada por um embarque ou outro que deixou de ser feito”, analisa.
Os resultados não são tão bons em valor por causa do mix de produtos exportado, com menor participação de veículos de alto valor agregado, como caminhões e máquinas agrícolas. No primeiro semestre o faturamento com vendas externas encolheu 12,5%, para US$ 4,84 bilhões. Em junho a indústria automotiva registrou US$ 885,8 milhões em receitas com exportações, montante 5,5% inferior ao de maio e 11,9% maior que o de igual mês do ano passado.
Confira, em vídeo, o balanço dos resultados da indústria automotiva no primeiro semestre de 2016:
