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Arbix defende crescimento da Finep para financiar pesquisa e inovação

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cria

16 jan 2012

2 minutos de leitura

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Redação AB

A Finep, empresa de financiamento à pesquisa e inovação ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), poderá ser transformada em banco de fomento dentro de três anos, para aumentar sua capacidade de financiar o desenvolvimento tecnológico no País. “A Finep precisa se transformar naquilo que não é: uma instituição financeira com recursos estáveis e autonomia para definir onde alocar os seus investimentos. Assim criaremos condições para construir uma gestora de recursos, de fundos de investimento”, defende Glauco Arbix (foto), presidente da agência.

Em entrevista distribuída pela assessoria de comunicação da Finep, Arbix avalia que, apesar do crescimento dos recursos alocados pela empresa para financiar pesquisa e inovação no País, os aportes ainda estão abaixo do necessário e a agência perdeu autonomia para decidir como e onde fazer os investimentos. “O Brasil precisa investir muito mais do que investe em tecnologia e inovação. Não se trata de um acréscimo incremental, que se dá gradativamente a cada ano, mas de um verdadeiro salto de qualidade no volume de recursos para inovação e tecnologia”, avalia Arbix.

“Para cumprir sua missão, a Finep deverá buscar outras fontes de recursos, para além do PSI e mesmo do FNDCT. Se queremos efetivamente transformar o Brasil em uma potência tecnológica, teremos de investir em tecnologia 1% do PIB com recursos públicos, mais 1% ou 1,5% com recursos privados”, sentencia Arbix. Ele acredita que a Finep deverá ter papel fundamental nessa rota: “Pensamos numa Finep que em 10 anos estará investindo entre R$ 40 bilhões e R$ 50 bilhões em tecnologia”, afirma.