Também está prevista a aquisição de equipamentos e modelos de simulação, caracterização e análise. Durante os próximos dois anos a empresa contratará cerca de 30 pesquisadores e técnicos. Outros, vindos de centros de pesquisa da ArcelorMittal na Europa e Estados Unidos, também se juntarão à equipe para projetos especiais.
Para Charles Martins, gerente do centro de pesquisas brasileiro, o País e a América do Sul têm grandes perspectivas de crescimento para longo prazo. “O centro de pesquisas brasileiro irá garantir a competitividade e agilizar aqui a implantação de inovações e soluções do grupo no mundo”, afirmou o executivo.
Com este investimento, a ArcelorMittal tem como objetivo atender às demandas das unidades de produtos da América do Sul em três eixos: desenvolvimento de produtos, desenvolvimento de processos e atendimento a clientes. No Brasil a empresa possibilitará a otimização dos processos, entre os quais o controle ambiental. O foco será as inovações para as indústrias automotiva, máquinas e equipamentos, de energia (oleodutos e gasodutos, estruturas off-shore, torres eólicas), construção civil e eletrodomésticos.
Em 2014 o grupo ArcelorMittal investiu, globalmente, US$ 260 milhões em pesquisa e desenvolvimento, sendo que 57% disso foi para produtos, 37% para processos e 6% em análises exploratórias.