
A indústria automobilística da Argentina fechou 2010 com recorde de 660 mil unidades vendidas, segundo a Associação de Concessionários de Automotores (Acera). O recorde anterior foi em 2008, com 610 mil unidades comercializadas.
O diretor geral da entidade, Horacio Delorenzi, observa que o desempenho não foi reflexo somente do crescimento da economia, mas também porque os argentinos optam pela compra de um zero quilômetro como medida de defesa do poder aquisitivo frente à inflação.
O executivo antecipou que as vendas de automóveis de luxo aumentaram 30% e as de motos, 35%. Estimativas preliminares da Associação de Fábricas de Automotores (Adefa) mostram que 67,4% do total das vendas de automóveis foram no segmento de carros pequenos. Sem entrar em detalhes sobre valores, Delorenzi ressaltou que as 11 montadoras instaladas no país projetam investimentos para os próximos cinco anos.