
O jornalista cita o exagero que acontece nos Estados Unidos, onde a frota é oito vezes maior que a brasileira e lembra que só este ano uma lei nacional proibiu escrever textos ao celular enquanto se está ao volante. Alguns estados americanos só permitem falar ao telefone por meio de viva-voz.
A coluna chama a atenção também para as pesquisas conduzidas pela indústria automobilística com o objetivo de reduzir riscos a bordo – desde mudar a sintonia do rádio até fumar ou comer. Entre outras iniciativas, softwares de reconhecimento de voz facilitam a mudança na estação de rádio, controlar o ar condicionado, selecionar a rota no navegador ou discar um número – tudo isso sem tirar os olhos do caminho ou afastar as mãos do volante.
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