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As receitas para enfrentar a crise global

Estão escassas as boas notícias para a indústria automobilística ao redor do mundo. Enquanto praticamente todas as empresas do setor estão reunidas em Paris para um show de carros conceitos, projetos verdes e novas tecnologias, a maioria das receitas para enfrentar os tempos atuais passa pela revisão de estratégias, remanejamento da produção, prudência, corte de custos e de pessoal, revisão de investimentos. As vendas de veículos continuam despencando nos Estados Unidos mais uma vez e os resultados das montadoras na Europa e no Japão estão negativos. Não há sinais de melhora imediata, dizem os executivos que comandam os rumos do setor. As esperanças da indústria automobilística global continuam apontando para os países emergentes, que poderiam ser afetados menos duramente. O Brasil, em particular, mostrou um crescimento nas vendas de veículos acumuladas até setembro da ordem de 27%. Lá fora, a Toyota faz uma revisão de seus ganhos para o ano fiscal que termina em março, enquanto suas ações têm queda surpreendente e chegam à menor cotação em 21 anos. A Renault aperta os cintos e leva adiante um plano de demissão na Europa, onde Opel, Ford e BMW já anunciaram a interrupção das linhas de montagem em diversas unidades, como conseqüência da queda nas vendas de veículos. A crise afeta também a Volkswagen, Skoda e Mercedes-Benz, que programaram cortes na produção.
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cria

08 out 2008

1 minutos de leitura