
Para ele, as empresas locais devem se preparar para uma forte concorrência dos países asiáticos, principalmente a China, que pretende mandar para cá seus excedentes de produção de veículos prontos e componentes.
Embora ainda não tenha informações concretas sobre a preservação de investimentos na indústria automobilística, ele acredita que possa acontecer uma redução. Golfarb, no entanto, admite que a maior parte das empresas deve estar fazendo o possível para manter os investimentos e se manter competitiva.
Rogelio disse à jornalista também que a Ford tem uma característica conservadora e costuma ser cautelosa na expansão de sua capacidade. A estratégia acabou se mostrando propícia no momento da crise e a empresa aumentou a participação de mercado para os atuais 11%, sem ter impacto financeiro tão grande.