
No mês passado foram negociadas 7,8 mil unidades, com retração de 14,5% na comparação com abril de 2014 e de 2,3% sobre março. Segundo a associação, o resultado reflete a preocupante conjuntura econômica do País. “Ainda estamos trabalhando com números muito baixos e, se não tivermos uma clara mensagem de que os ajustes fiscais necessários serão aprovados pelo Congresso, os resultados dos próximos meses seguirão essa mesma tendência”, avalia o presidente da Abeifa, Marcel Visconde.
Na visão do executivo, estas medidas, apesar de impopulares, são essenciais para que a economia volte aos trilhos, com recuperação gradativa da confiança e do crescimento. Visconde alerta que, diante da redução drástica dos volumes, será inevitável a readequação da estrutura das empresas associadas, com eventuais demissões e fechamento de concessionárias, como já foi sinalizado pela Fenabrave, entidade dos distribuidores de veículos (leia aqui).