A montadora vem desenvolvendo novas aplicações para a tecnologia Oled ao longo dos últimos anos, combinando engenharia e design. Projetos iniciais estão em andamento atualmente para sua introdução nas luzes traseiras já em produção.
O Oled é a abreviação em inglês de ‘diodos orgânicos emissores de luz’ (organic light emitting diode). Em cada unidade Oled, dois eletrodos – dos quais pelo menos um deve ser transparente – incorporam inúmeras camadas finas de materiais semicondutores orgânicos. Uma baixa tensão de corrente contínua, entre 3 a 4 volts, ativa as camadas, cada uma com espessura de menos de um milésimo de um milímetro, para acendê-las. A cor se baseia na composição molecular da fonte de luz.
Ao contrário das fontes de pontos de luz como os LEDs, que são feitas de cristais semicondutores, as Oleds são fontes de luz plana, que alcança um novo nível de homogeneidade e a intensidade é continuamente variável. As luzes não produzem nenhuma sombra e não requerem nenhum refletor, guias de luz ou componentes óticos similares, o que as torna mais eficientes e leves. Além disso, dificilmente requerem qualquer resfriamento.
Pelo plano da montadora, assim que maiores incrementos da densidade da luz forem realizados, as Oleds poderão gerar luzes de seta e de freio. As finas lâminas de vidro, que são usadas atualmente para revestir o material orgânico, serão substituídas por películas de plástico. Esses novos materiais de substrato flexíveis poderão ser submetidos a moldagem tridimensional, o que abrirá espaços inteiramente novos para designers.
Outro benefício das Oleds é que possibilitam ser subdivididas em pequenos segmentos que podem ser controlados com diferentes níveis de brilho. Também será possível utilizar unidades Oled de diferentes cores ou transparências.