
“No momento, estamos enfrentando vários desafios econômicos e políticos em mercados-chave. Apesar disso, a demanda global pelos modelos da Audi tem permanecido estável”, comentou o membro do conselho administrativo para vendas e marketing da Audi, Dietmar Voggenreiter. “Em nossas três principais áreas de negócios –Europa, América do Norte e Ásia-Pacífico – estamos bem posicionados para compensar as flutuações globais do mercado”, completou.
A Europa continua como o maior mercado da marca em volumes: nos sete meses acumulados do ano, o Velho Continente comprou 523,6 mil veículos, 7,5% a mais do que o apurado há um ano. Em julho houve queda de 3,1% sobre mesmo mês de 2015, para pouco mais de 5 mil unidades, puxado pela queda no mercado britânico e apesar das altas verificadas em mercados importantes, como Alemanha, Itália e França.
Com volume também significativo, as vendas de janeiro a julho na Ásia-Pacífico alcançaram as 392,6 mil unidades, alta de 4% sobre o mesmo acumulado de 2015, com tendência positiva sendo mantido na região, principalmente na China, onde os emplacamentos chegaram a 336,5 mil carros, incremento de 6,5% na mesma base de comparação. Considerando apenas o desempenho em julho, o mercado chinês apresentou o maior crescimento entre os 20 maiores mercados da marca, de 9,9% sobre julho de 2015, para 46,4 mil unidades.
Na América do Norte, os negócios emplacaram 142,1 mil veículos, 5,6% a mais do que nos primeiros sete meses do ano passado. Em julho os três mercados apresentaram alta: México, com 18,7%, para 1,3 mil unidades, no Canadá, 14,7%, para 2,4 mil e nos Estados Unidos, alta de 4%, para 18,3 mil.