
Com uma previsão inicial de 10 mil unidades vendidas no País este ano, a Audi pode bater – e ultrapassar – sua própria meta dois meses antes do previsto, se manter a média mensal de vendas em 1 mil unidades. Com isso, o volume de 10 mil se torna conservador, diante da possibilidade de fechar 2014 com vendas acima das 12 mil unidades.
“Esse tem sido um ano no qual estamos registrando um ótimo desempenho de vendas no Brasil, seguindo uma tendência global da marca. Estamos comemorando nossos 20 anos de Brasil comercializando modelos de classe mundial e apresentando oportunidades interessantes de compra para o consumidor e isso tem se refletido no nosso volume de negócios”, justificou Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.
A renovação de seu portfólio no País realizada este ano é apontada pela Audi como um dos motivos para seu desempenho positivo no mercado doméstico. Só em 2014, foram apresentados aos clientes locais os modelos como RS Q3, o S3 Sportback (da família A3) e o RS7, um V8 de 560 cv, além do exclusivo A1 Kult e duas versões do A3 Sedan, versões 1.4 e 1.8.
Para Hofmann, o avanço dos negócios também foi um dos principais motivos que fizeram com que a Audi fosse eleita A Marca Mais Desejada na pesquisa da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), realizada com os concessionários de todas as marcas do País. A escolha, feita entre maio e julho deste ano, teve a participação mínima de 25% das revendas de cada rede (leia aqui).
Atualmente, a Audi conta com 32 concessionárias no Brasil, onde pretende chegar a 60 revendas em 2017. O aumento da rede é parte do plano que a marca mantém no País, de dar maior suporte para a ampliação das vendas, que devem se intensificar a partir do segundo semestre de 2015, quando a Audi prevê o início de sua produção local, na unidade de São José dos Pinhais (PR), onde serão fabricados os modelos A3 Sedan e o SUV Q3, a partir do investimento de R$ 500 milhões já anunciados pela marca.