
A empresa acredita na possibilidade de ampliação de vendas também em 2016, a despeito do momento econômico: “Temos uma estratégia para continuar crescendo, mesmo com a economia em recessão. Haverá aumento da rede de revendas, do portfólio de produtos e lançamentos como o novo TT. Além disso, praticamente todos os modelos à venda a partir do A1 receberão novas versões de entrada”, afirma. Outro ponto a favor da Audi será o início da produção nacional, em São José dos Pinhais (PR), dos modelos A3 sedã e Q3.
Com o crescimento de quase 90% registrado no ano passado, a Audi saltou da 19ª para a 16ª marca com maior número de emplacamentos no Brasil. Ainda assim, terminou 2014 abaixo de Mercedes-Benz (14ª, com 15,6 mil automóveis e comerciais leves) e BMW (15º, com 15,05 mil).