Schwarzenbauer observou que a imagem da Audi no Brasil ainda é frequentemente concentrada no modelo A3, mas disse que os esforços para melhorar o conhecimento de toda a linha de produtos da companhia no País estão em andamento.
A Audi começou a produzir o modelo A3 no Brasil em 1999, mas encerrou a operação em 2006 porque o volume de vendas não atendeu às expectativas.
Os chamados Brics – Brasil, Rússia, Índia e China – são vistos como cruciais para o crescimento da indústria automobilística nos próximos anos e as companhias do setor estão se esforçando para aumentar sua presença nesses países.
Na Rússia, a Audi planeja quase dobrar suas vendas até 2015, para 30 mil carros, de cerca de 16,5 mil neste ano, de acordo com Schwarzenbauer. O executivo espera que o mercado da Índia exceda 3 milhões de veículos em 2015. Atualmente, a Índia tem um volume de mercado de cerca de 1,3 milhão de veículos por ano. As vendas da Audi naquele país deverão ficar em 1.650 carros neste ano e podem subir para mais de 2 mil em 2010, segundo Schwarzenbauer.
Em relação à China, o executivo havia afirmado na semana passada que a Audi vai exceder significativamente sua meta de venda de 130 mil carros neste ano. A Audi espera que a China ultrapasse a Alemanha como seu maior mercado individual em 2012 ou 2013, quando as vendas anuais da companhia podem subir para 250 mil carros.
A Audi está se preparando para lançar vários novos ou reformulados modelos na China, aumentar a produção local e expandir sua rede de revendedores. A Audi é a marca de luxo da Volkswagen, a maior montadora da Europa em vendas, e foi a marca que mais contribuiu para os ganhos da Volks nos primeiros nove meses deste ano. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Danielle Chaves, Agência Estado.