Segundo a publicação, que cita fontes da indústria e da empresa, seis anos mais tarde, quando os engenheiros da VW em Wolfsburg (sede da empresa na Alemanha) não conseguiram baixar as emissões de óxido de nitrogênio (NOx) a limites legais, começaram a instalar o software desenvolvido pela Audi, diz o jornal.
Ainda de acordo com o periódico, tanto VW quanto Audi se recusaram a comentar a reportagem, citando as investigações em curso sobre o escândalo de emissões em motores diesel descoberto em setembro do ano passado, quando o grupo admitiu o uso do software nos veículos. Segundo a montadora, o escritório de advocacia Jones Day dos Estados Unidos, que está com o caso, publicará um relatório sobre suas conclusões legais até o fim deste mês.
Também está prevista para a sexta-feira, 22, uma reunião do conselho de supervisão do grupo Volkswagen para discutir os custos potenciais do escândalo de emissões e aprovar as perspectivas de lucro da companhia para 2016, um dia depois do prazo dado por reguladores dos EUA para encontrar com a empresa uma solução para os veículos norte-americanos equipados com o software (leia aqui).