
Entre 2010 e 2012 chegaram às ruas 10,95 milhões de novos veículos, incluídos aí automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Somente em 2010 foram mais de 3,5 milhões de unidades. “O proprietário desses veículos com três anos de uso, que em tese fazia as revisões na concessionária, começa a procurar as oficinas”, afirma Calixto.
“O mercado de reposição cresce 6% a 6,5% a cada ano. Queremos crescer entre 1 e 1,5 (ponto porcentual) acima disso”, diz. Para ampliar sua presença no mercado, a empresa trabalha o conceito “Parts, Bytes & Service” (Peças, Equipamentos e Serviços). Além da oferta e componentes, a fabricante se empenha para aumentar a presença nas oficinas com ferramentas, equipamentos para diagnose e também em treinamento.
Da linha de peças de reposição, o executivo recorda que algumas têm maior potencial de crescimento, como os itens para freios. “Também queremos aumentar a venda de alternadores e motores de partida, um mercado em que perdemos participação.” Calixto afirma que os componentes para veículos a diesel, além de injeção eletrônica e palhetas para limpador de para-brisa são todos importantes para o pós-venda da companhia.