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Autopeças: déficit comercial chega a US$ 5,73 bilhões

A balança comercial do setor de autopeças, elaborada com os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), registrou déficit de US$ 5,73 bilhões no acumulado de janeiro a julho de 2014. O valor representa alta de 1,7% em relação ao déficit registrado no mesmo período do ano anterior, que foi de US$ 5,64 bilhões. Os números estão no relatório do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).
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Redação AB

19 ago 2014

2 minutos de leitura

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Tanto exportações como importações recuaram no período, em 17,9% e 8,3%, respectivamente. As vendas no setor de autopeças para 173 países totalizaram US$ 4,85 bilhões e as compras vindas de 150 países, US$ 10,58 bilhões. A Alemanha é a principal origem das autopeças adquiridas pelo Brasil, quase US$ 1,25 bilhão no acumulado do ano, resultando em pequena queda de 4,04% ante o mesmo período do ano passado.

O segundo maior vendedor de componentes para o Brasil são os Estados Unidos, US$ 1,22 bilhão, com Coreia do Sul e China muito próximas em terceiro e quarto lugares (US$ 979,1 milhões e US$ 971,8 milhões, respectivamente).

Olhando as macrorregiões, 37,1% das autopeças adquiridas pelo Brasil são compradas da Europa e 36,8% vêm da Ásia e Oceania. A América do Norte responde por 17,1% e a América do Sul, por 8,6%. África, América Central e Caribe somam apenas 0,4%.

Nas exportações, a vizinha Argentina se mantém como o principal destino das autopeças brasileiras no acumulado até julho, com US$ 1,65 bilhão, mas registra forte retração de 27,9% no confronto com igual período de 2013. O segundo maior destino são os Estados Unidos, com US$ 739,3 milhões. O México é o quarto maior comprador de autopeças do Brasil, com US$ 441 milhões, seguido da Alemanha, com US$ 352,8 milhões. Em ambos houve recuo importante no confronto com os mesmos sete meses de 2013 (15,5% e 20,3%, respectivamente).

Entre as macrorregiões, a América do Sul lidera as compras do Brasil e detém 45,2% no acumulado até julho. Para a América do Norte vão 24,9% dos componentes e para a Europa, 20,8%. Ásia e Oceania adquiriram 5,4% dos embarques brasileiros, a África 2,8% e a América Central e Caribe, 0,9%.

Para ver o estudo completo do Sindipeças, acesse aqui.