
O trabalho mostra que enquanto as vendas de componentes para a linha leve tiveram alta de 5%, os itens para pesados recuaram 10,3%. O provável motivo para essa disparidade é a ociosidade que ocorre no segmento de transporte.Os números se referem ao período de janeiro a novembro de 2016 no confronto com os mesmos meses o ano anterior.
– Veja aqui o estudo do Sindipeças
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O resultado geral dos dois segmentos levou a uma pequena alta de 2,2% do faturamento com o aftermarket (leia aqui). O novo estudo consolidado pelo Sindipeças traz também, entre outras informações, a variação mensal no consumo de combustíveis (diesel, etanol e gasolina) pelo País, fluxo nas rodovias pedagiadas e dados do mercado de serviços de transporte a partir de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).