logo

abinee

Avanço asiático na eletroeletrônica local

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

cria

19 set 2010

3 minutos de leitura

NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Humberto Barbato, presidente da Abinee, entidade que reúne as empresas de eletroeletrônica, deu entrevista ao colunista Alberto Tamer, do Estadão, assegurando que o setor perde espaço para a produção importada ‘porque eles têm vantagens, favores, subsídios de toda ordem com os quais não contamos aqui’. O executivo se refere aos chineses, cuja moeda estaria 40% desvalorizada em relação ao dólar.

“Não estamos falando apenas de bens de consumo leves, mas de bens de capital e infraestrutura”, afirmou Barbato, que alertou o governo para a perda de competitividade. Em documento entregue ao ministro Guido Mantega, ele reivindicou medidas compensatórias ao câmbio desajustado, como a desoneração da contribuição patronal ao INSS e ao Sistema S da parcela exportada da produção dos bens de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e dos equipamentos industriais – nos moldes da indústria de softwares, que em 2008 teve a folha salarial das empresas exportadoras desoneradas.

O presidente da Abinee propôs também elevar para 35% o imposto de importação para bens elétricos que tenham similar nacional e de 60% para 75% o índice de nacionalização nos financiamentos do Finame.

Indústria automobilística

Em recente edição de sua revista, Automotive Business constatou junto aos fabricantes de veículos a inexistência de uma indústria de base na área de eletrônica, capaz de desenvolver semicondutores e componentes para abastecer a indústria local. Os produtos são importados, especialmente da Ásia, a preços baixos, o que desestimularia a produção no País. Mais do que isso: o volume necessário para abastecer os veículos nacionais não justificaria investimentos na produção local e a constante atualização de modelos.

A engenharia brasileira, no entanto, domina os projetos de arquitetura eletroeletrônica dos veículos. Com o suporte de empresas como Bosch, Delphi e Magneti Marelli são integrados sistemas no Brasil, a partir de componentes importados. No caso de veículos pesados, a MWM International informa que além dos motores produz também as ECUs, unidades que controlam a operação do powertrain e outros elementos dos veículos. A partir da arquitetura e das informações fornecidas pela empresa, as ECUs são gravadas em empresas especializadas no exterior.