
Com estimativa de gerar inicialmente 53 novos postos de trabalho, a nova fábrica começará a operar entre agosto e outubro, informou o executivo à ministra, com planos de tornar os produtos disponíveis ao mercado a partir de dezembro. Os primeiros produtos, serão bases solventes, vernizes, preparação de cares e tiners de limpeza, cerca de 80% com matérias-primas locais. Segundo Cicchini, a fábrica local implicará na substituição de importações equivalentes a US$ 6 milhões por ano.
Uma segunda fase, planejada para o segundo semestre de 2016, prevê outro investimento, cujo valor não foi revelado, para fabricar moinhos de cores especiais e, em 2017, reagentes para resinas. No local, já funcionam o centro de treinamento, os escritórios e um centro de distribuição.
Localmente, a Axalta está trabalhando em parceria com a Ford Argentina como fornecedora de pintura de alta tecnologia, para novos projetos em andamento da montadora no país. Além disso, tem um acordo com a Associação de Proprietários de Oficinas Automotoras para capacitar técnicos na utilização deste tipo de pintura.
Mundialmente reconhecida no setor de tintas e revestimentos para veículos, a Axalta atende diversas montadoras dos diferentes segmentos, desde automóveis, caminhões, reboques, trens e outros veículos comerciais. Globalmente fornece para Fiat, Honda, Peugeot e Volkswagen. Com 35 fábricas espalhadas pelo mundo, a empresa investiu US$ 32 milhões em sua unidade no Brasil, localizada em Guarulhos (SP) e considerada a maior da América Latina (leia aqui).