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Banco VW emite letras financeiras por R$ 300 milhões

O Banco Volkswagen realizou em junho sua primeira emissão de Letras Financeiras (LFs) no Brasil. Os títulos financeiros, que têm prazo de dois anos, são compostos por mil letras, cada uma no valor nominal de R$ 300 mil, totalizando R$ 300 milhões a constar na sua data de emissão.
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Redação AB

22 jun 2012

2 minutos de leitura

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De acordo com o CFO do Banco Volkswagen, Rafael Teixeira, medidas como esta garantem maior diversificação na captação de recursos e reposicionamento da instituição como importante agente no mercado nacional de capitais.

“A emissão das Letras financeiras é mais um importante passo para expandirmos os canais de captação de recursos da instituição. Entre o fim de 2011 até agora, buscamos explorar formas diversificadas de arrecadação, como a extensão do CDB (Certificado de Depósito Bancário), para frotistas e fornecedores da Volkswagen, MAN e Audi no Brasil, antes disponível apenas aos concessionários”, explica em nota.

Segundo o executivo, a empresa começou a estudar a emissão dos papéis em 2011, por meio de uma parceria com a Volkswagen Financial Services AG. “Estávamos ansiosos pela regulamentação que permitiram as emissões de LF’s que fizemos, uma vez que nossa matriz é um emissor frequente de títulos no mercado internacional e poderíamos contar com sua experiência”, acrescentou.

Além das Letras Financeiras, o funding do Banco Volkswagen é composto principalmente por linha Finame do BNDES, mercado interbancário, Certificados de Depósitos Bancários (CDB), empréstimos entre empresas do grupo, Medium Term Notes (MTN) emitidas no exterior e pelo próprio patrimônio do banco.

LETRAS FINANCEIRAS

A modalidade de investimento Letras Financeiras foi criada em dezembro de 2009 e seu prazo geral é mais longo do que os CDB’s com tempo mínimo de resgate de dois anos. Desde que foram criadas, receberam incentivos para sua emissão, como a permissão de realização de ofertas públicas, em dezembro de 2010, e a isenção de recolhimento compulsório junto ao Banco Central.