“Trazendo toda nossa experiência em plásticos podemos oferecer soluções customizadas para consumidores inovadores, tais como o Grupo BMW e seus fornecedores mundiais, bem como fornecer apoio durante a construção de componentes. Com o BMW i3, o grupo BMW deu um passo à frente para o futuro da indústria automotiva, e as soluções inteligentes da Basf contribuem muito para isso”, disse Raimar Jahn, responsável global de Materiais de Performance da Basf.
No caso do encosto dos bancos dianteiros, é o primeiro componente estrutural revestido e moldado pelo processo de injeção feito de poliamida a ter uma superfície visível e a ser utilizada no interior de um veículo. Pesando dois quilos, o componente híbrido é feito em poliamida 6, com alto nível de estabilidade.
Já a concha do banco traseiro é feita de poliuretano: pela primeira vez um veículo de produção em série utiliza fibras de carbono combinadas com a matriz de poliuretano. O componente também pode ser empregado em outras aplicações, como porta-copos e bandeja e armazenamento.
O chassi do veículo, que leva alumínio e fibra de carbono contém partes estruturais de tereflato de polibutileno (PBT), entre a concha interna e externa. O maior componente é feito a partir do processo de injeção e localizado na área traseira, entre as conchas de fibras de carbono. Além de sua função de suportar cargas, também serve para manter as duas células da concha separadas e formar a abertura traseira para a janela lateral. Outras duas dúzias de componentes menores são integrados em outras áreas do corpo do veículo, onde fornecem reforço e alcançam a acústica desejada.
Uma espuma estrutural é usada como material de reforço em toda a armação do teto. Resistente à pressão, é fabricada para um composto ‘sanduíche’ de carbono, suportando dessa forma a estrutura rígida do veículo.
Outras partes do veículo também contam com matéria-prima da Basf, tais como o poliuretano para a caixa de fusível, conector de alta voltagem e o revestimento de cabos e prensa-cabos. No interior, uma espuma semirrígida é usada para proteger o painel de instrumentos. Outras duas espumas diferentes de poliuretano servem de base para a construção do forro do teto para melhorara a acústica.
Já no módulo de produção do teto retrátil – oferecido como item opcional – é aplicado um sistema de encapsulamento de vidro, para resistência às intempéries, enquanto a armação do teto retrátil é feita de uma mistura de PBT e PET de baixo empenamento. Por fim, as molas encontradas nas suspensões de eixo dianteiro e traseiro são feitas de um elastômero especial micro celular.