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Bicicletas importadas também terão seus preços elevados

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cria

21 set 2011

2 minutos de leitura

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Mário Curcio, AB

Desde o dia 15 deste mês, a alíquota do imposto de importação de bicicletas está mais alta. Saltou de 20% para 35%. A medida do governo, publicada no Diário Oficial da União, faz parte da revisão anual da Lista de Exceção da Tarifa Externa Comum (Letec) do Mercosul e agradou à Abraciclo, entidade que reúne fabricantes do setor de duas rodas.
“O Brasil é o terceiro maior produtor de bicicletas, mas tinha uma das menores alíquotas de importação do mundo. Consideramos a medida um avanço porque as importações do mercado informal prejudicam o segmento”, afirma Moacyr Paes, diretor executivo da entidade.
Segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio, a importação de bicicletas cresceu de 49 mil unidades em 2006 para 255 mil em 2010, alta de 420%. A produção nacional de bikes, contudo, vem oscilando entre 5 milhões e 5,5 milhões de unidades desde 2001. Duas empresas deixaram de fabricá-las em Manaus. A Sundown só faz umas poucas motos e a Monark concentrou sua produção em Indaiatuba, baixando as portas na Amazônia.
Para a Abraciclo, as mudanças que ocorrem na indústria deveriam gerar oportunidade de desenvolvimento para a fabricação local. A entidade e também a Suframa gostariam de ver subir o número de fábrica de componentes para bicicletas em Manaus como forma de revigorar o setor, que não tem, por exemplo, nenhum fabricante de câmbios para bicicletas.