
O artigo compara as especificações técnicas das naves de cada empresa e dá um breve resumo de como estão os negócios de cada uma no momento.

Diz o texto: “A Eve, originada da fabricante brasileira de aviões Embraer em 2020, possui encomendas de eVTOLs de 17 clientes para 1.735 aeronaves, sob um preço total de US$ 5,2 bilhões. Em dezembro, a Embraer concordou em fundir a Eve com uma SPAC e planeja a entrada no mercado de ações para este ano. Ela espera conseguir a certificação da FAA em 2025 e iniciar as entregas em 2026”.
FAA é sigla para Administração Federal de Aviação, a maior agência de transporte do governo dos EUA. Já SPAC é uma empresa “casca” que não produz nada e é fundada com o objetivo único de levantar fundos para uma fusão. Quando uma SPAC é criada, geralmente não se sabe com qual empresa ela irá se fundir. Mas isso não é problema para os investidores, pois os profissionais que criam essas empresas geralmente são veteranos do mercado de ações, considerados de confiança. Por isso, uma SPAC é vista como a “empresa do cheque em branco”.
A Eve passou o ano de 2021 fazendo testes de sua tecnologia e anunciando parcerias com clientes. Hoje mesmo foi anunciada uma parceria com a britânica Falko.