
Estará em pauta no Fórum, também, a equação da nova fábrica de automóveis da Mercedes-Benz, que será apresentada pelo presidente da empresa, Philipp Schiemer. Serão exibidos vídeos com um sumário das iniciativas em curso da Audi, Chery, Fiat Automóveis e Mitsubishi.
O rumo dessas iniciativas será submetida ao crivo de consultores experientes, como David Wong, da ATKearney; Paulo Cardamone, da IHS Automotive; e Stephan Keese, da Roland Berger, que avaliarão os novos cenários para o mercado automotivo, marcado por crescente concorrência com o lançamento de produtos modernos e com maior conteúdo tecnológico.
CADEIA DE SUPRIMENTOS
Ponto alto do Fórum será o workshop estruturado por Automotive Business com a presença de mais de 80 representantes das áreas de compras e engenharia das montadoras, que estarão em estandes identificados por duas dezenas de marcas fabricantes para atender os participantes do evento. Nessa ação de networking haverá estandes também para promoção de negócios em polos automotivos e parques tecnológicos.
As dificuldades e oportunidades da cadeia de suprimentos, ante o programa de rastreamento de autopeças proposto pelo governo, em regime de avaliação por sete meses, serão analisadas por Paulo Butori, presidente do Sindipeças, e Letícia Costa, consultora da Prada Assessoria. Tratarão da equação de compras de insumos, componentes e sistemas Edvaldo Picolo, gerente executivo de compras da Volkswagen; João Pimentel, diretor de compras da Ford América do Sul; e Patrícia Libretti, diretora de compras produtivas da General Motors América do Sul. Eles devem explicar como o supply chain está em xeque diante da decisão de localizar ou importar autopeças.
Representantes dos principais fabricantes de caminhões serão submetidos a questões preparadas por Automotive Business e pela plateia para esclarecer os percalços no financiamento dos veículos e as possibilidades de recuperação do mercado. Os cenários para a economia serão apresentados por Octavio de Barros, diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, e caberá a Luiz Moan, presidente da Anfavea, esclarecer o ritmo esperado para o mercado interno e para as exportações de veículos, duramente afetadas pela retração dos negócios na Argentina.