
A BMW importou pelo menos 8 mil unidades do Mini Cooper para os Estados Unidos com componentes eletrônicos de um fornecedor chinês proibido. A informação consta em relatório do Senado dos EUA divulgado na segunda-feira, 20.
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A empresa informou que tomou medidas para interromper a importação dos produtos afetados. E também se prontificou a substituir as peças específicas.
O congresso dos EUA aprovou em 2021 a lei de Prevenção do Trabalho Forçado para impedir a importação de bens da região chinesa de Xinjiang, na qual se acredita terem sido produzidos itens fruto de trabalho forçado. A China nega as acusações.
O relatório também revelou que a Bourns Inc, fornecedora com sede na Califórnia, adquiriu componentes do Sichuan Jingweida Technology Group (JWD), os quais foram aplicados na montagem de modelos BMW por meio da sistemista Lear.