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BMW investirá US$ 1 bilhão no México

A BMW confirmou na quinta-feira, 3, que construirá sua primeira fábrica no México, na cidade de San Luis Potosí, no estado de mesmo nome localizado na região central do país e para a qual destinará investimento de US$ 1 bilhão.
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Redação AB

03 jul 2014

2 minutos de leitura

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“O México é um local ideal para o Grupo BMW e será mais uma planta importante dentro de nossa rede de produção. A produção está prevista para começar em 2019 e naquele ano, a força de trabalho vai atingir cerca de 1,5 mil pessoas”, disse Harald Krüger, membro do conselho de gestão da BMW, responsável pela produção do grupo.

A unidade terá capacidade anual de 150 mil unidades, acrescentou o executivo, que não deu mais detalhes sobre a operação. Sobre os modelos a serem produzidos no México, Krüger afirma que serão anunciados posteriormente.

“Esta decisão reforça nosso compromisso com a região do Nafta. Temos fabricado os carros da BMW em nossa fábrica de Spartanburg, nos Estados Unidos, nos últimos 20 anos. Com esta capacidade produtiva adicional no México, o Grupo BMW estará ainda melhor posicionado para tirar proveito do potencial de crescimento na região inteira”, disse Krueger e finalizou: “As Américas estão entre os mercados em crescimento mais importantes para o Grupo BMW que continuará a conduzir a estratégia que é ‘produção para seguir o mercado’”.

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, comemorou o investimento do Grupo BMW (que prevê aplicar um total de US$ 2,2 bilhões na região Nafta até 2019) e defendeu a posição do país na estratégia global das montadoras, citando também o anúncio recente de Daimler e Renault-Nissan, que investirão € 1 bilhão em uma fábrica em Aguascalientes (leia aqui).

“O México é um fornecedor de veículos de nível mundial e para continuar a conduzir essa dinâmica, o governo está trabalhando em quatro eixos: fortalecimento do mercado interno, melhora do ambiente de negócios, ampliação do acesso aos mercados internacionais e promoção da pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação”, disse Nieto.

Lembrou ainda que o país tem acordos de livre comércio com mais de 40 países (incluindo Brasil), o que permite a exportação livre de impostos para diversos mercados, o que ajuda a compensar flutuações cambiais.