A receita do grupo, no entanto, não obteve mesmo desempenho. Pelo contrário: caiu 1,1% no primeiro semestre do ano, de € 37,495 milhões em 2012 para € 37,098 milhões. O resultado financeiro da companhia amargou queda ainda maior, de 6,7%, a partir do EBIT de € 4,12 milhões no primeiro semestre de 2013 contra € 4,4 milhões no mesmo período em 2012.
Até o fim do ano a companhia pretende atingir as expectativas definidas no início do ano, mesmo com um cenário econômico ainda bastante volátil, segundo reiterou Norbert Reihofer, presidente do conselho administrativo da BMW AG: “Permanecemos com o objetivo de aumentar o volume de vendas ao redor de um dígito ao longo do ano, fazendo deste um recorde. Devido ao alto nível de exigência no desenvolvimento de novas tecnologias e modelos, assim como investimento em estrutura de produção, nós mantemos a expectativa para 2013 de lucros antes de impostos semelhante aos de 2012.”
RECORDES
Por segmento de atuação, o braço de automóveis obteve 1,7% de incremento na receita, de € 33,525 milhões no ano passado para € 34,108 milhões. A montadora alcançou volumes recordes em quase todos os continentes em que atua. Na Ásia, por exemplo, o grupo comercializou 272.943 veículos no primeiro semestre do ano, 14.3% a mais do que no ano anterior. Tal desempenho inclui 30.525 unidades vendidas no Japão, que representaram 10,1% de acréscimo, e outros 183.208 automóveis negociados na China, 15% de evolução sobre 2012.
No continente americano foram 9,7% a mais com 213.867 unidades, incluindo 173.156 vendidas nos Estados Unidos – 8,9% de crescimento. Na Europa, o grupo também obteve resultado recorde de vendas, com 436.709 automóveis vendidos de janeiro a junho de 2013, índice apenas 0,1% maior do que o de 2012.
Para atender a essa enorme demanda, o grupo BMW teve de ampliar seu quadro de funcionários neste período, que subiu 4,8% comparado ao ano passado.