
Segundo a montadora, o sucesso reflete o lançamento no Brasil de novidades mundiais, com expansão do portfólio. Além disso, a empresa avalia que o momento é bom para o segmento premium no País mesmo com as dificuldades no mercado de forma geral. “Apesar da instabilidade econômica registrada no período, terminamos o ano com recordes nas vendas de nossas marcas, contando com uma rede de concessionários ainda mais abrangente nacionalmente”, enfatizou Arturo Piñero, presidente e CEO do Grupo BMW no Brasil, em comunicado.
As vendas totais da empresa cresceram 7% ao longo do ano passado. Da marca BMW foi destaque o Série 3, cuja produção nacional foi iniciada em setembro passado, que respondeu por cerca de 50% do total entregue pela montadora no Brasil. A família de produtos X também teve avanço importante, com 4,4 mil unidades. Deste total, 2 mil emplacamentos foram do X1, que também já começou a ser montado no Brasil.
Em seu quinto ano de atuação no Brasil a Mini negociou 2,4 mil carros, com expansão de 26,5%. A marca aponta que a expressiva alta foi puxada por uma série de lançamentos, como a nova geração do Mini hatch, que respondeu por 60% do volume vendido no País. Outro carro que ganhou destaque foi o Mini Countryman, que teve participação de 19% nas vendas da marca – e será produzido na fábrica de Araquari até o fim deste ano.
A divisão de motocicletas BMW Motorrad alcançou nova marca histórica, com 7,8 mil unidades e expansão de 3% sobre o recorde anterior, registrado em 2013. Em 2014, 67% das vendas de duas rodas da companhia foram produtos fabricados no Brasil, na planta de montagem em Manaus (AM).
Parte importante dos negócios, cerca de 45%, foram financiados pela divisão BMW Group Serviços Financeiros, que oferece crédito e seguros nas concessionárias.
Ao longo de 2014, a companhia trabalhou na expansão da rede, com salto de 39 para 47 casas da BMW. A marca Mini ganhou quatro novas revendas, completando 28 representantes. Já a BMW Motorrad chegou a 38 pontos, seis a mais do que em 2013.