
O lucro operacional, antes de impostos, somou pouco mais de € 6 milhões, leve queda de 0,1% sobre os nove meses de 2011. Já o lucro líquido recuou 2,8%, para € 3,9 milhões. Em nota, a companhia atribui o resultado a fatores como o aumento das despesas e dos custos de desenvolvimento de novas tecnologias.
As vendas globais do grupo cresceram 8,3% nos nove meses do ano, para 1,3 milhão de unidades, das quais 1,1 milhão são da marca BMW, novo recorde, com alta de 8,6%. A Mini entregou 223,2 mil unidades em todo o mundo, elevando os negócios em 7,2% no período, enquanto a Rolls-Royce viu suas vendas caírem 4,7%, para 2,3 mil unidades. A divisão de duas rodas somou 93,3 mil motocicletas, leve avanço de 0,4%, sendo 85,9 mil motos BMW e 7,3 mil da marca Husqvarna.
O presidente do conselho de administração do Grupo BMW, Norbert Reithofer, considerou os resultados positivos.
“Tivemos um bom desempenho, fixando novo volume de vendas, receita e lucro recordes frente ao um ambiente de mercado desafiador. Esperamos um crescimento do volume de vendas no último trimestre, embora nós – e de fato o setor como um todo – são suscetíveis a ser confrontados com condições adversas de negócios”, disse, referindo-se à situação de crise instalada na Europa.
Apesar das condições altamente desfavoráveis no Velho Continente, principalmente nos países da região sul, as vendas subiram 0,8%, para 604,2 mil veículos entregues entre janeiro e setembro. Na América no Norte, o crescimento foi de 7,4%, para 264,2 mil unidades, das quais 235,4 mil foram para os Estados Unidos. Na Ásia, a BMW vendeu 359,1 mil, aumento de 27,1%. Destes, a China consumiu 237,6 mil unidades, 33,3% a mais do que em iguais meses do ano passado.