Segundo Stefan Hartung, membro do conselho de administração da Bosch com responsabilidade pela divisão de soluções de mobilidade, comprar a outra metade da empresa foi um passo lógico dentro do plano de tornar a sistemista líder no mercado de eletromobilidade, estabelecendo presença mais ampla.
Em comunicado, a organização esclarece que a mudança no controle não terá efeito imediato na estrutura da EM-motive, apenas vai integrar os negócios da empresa à Bosch. A companhia já fabricou mais de 450 mil motores, que foram fornecidos a empresas como Daimler, Porsche, Fiat, Volvo e Peugeot.
O valor da compra das ações não foi revelado e a negociação ainda precisa ser aprovada por órgãos regulatórios.