O DPEE avalia que o Copom será levado a uma redução no ritmo de afrouxamento monetário em razão de uma combinação composta por:
(1) Melhora adicional no cenário global e doméstico;
(2) Deterioração das expectativas inflacionárias capturadas pela Pesquisa Focus, em um contexto de persistência inflacionária, que cede muito pouco; e
(3) Necessidade de maior cautela, na condução da política monetária, diante do ingresso do juro real em patamar próximo a 4,5% – um nível muito provavelmente abaixo da taxa neutra suportada pela economia atualmente.