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Bramont congela planos na área de duas rodas

Por causa da retração no mercado de motos, a Bramont adiou os planos de montar no Brasil os modelos da marca chinesa Keeway. Em janeiro, a empresa inaugurou um segundo galpão com 12,5 mil metros quadrados e duas linhas de montagem, uma para as motocicletas Benelli e outra onde seriam nacionalizados os produtos Keeway, uma gama composta sobretudo por motos e scooters de baixa cilindrada.
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Redação AB

26 set 2014

1 minutos de leitura

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A expectativa pelo início da produção da Keeway já em janeiro não se concretizou até o momento nem tem nova data: “Ainda há muita coisa a ser mexida e reorganizada”, afirma o novo diretor comercial da Bramont, Álvaro Sandre, sem dar um novo prazo em razão do momento vivido pelo setor, especialmente no segmento de baixa cilindrada. Este será o terceiro ano seguido de retração nas vendas.

Durante o Salão Duas Rodas de 2013, o antigo diretor da Bramont, Jean Anwandter, chegou a anunciar a construção de um terceiro galpão de 14 mil m², um investimento de R$ 15 milhões para as motos e a intenção de ter 75 revendas Keeway. Nada se concretizou. O plano de abrir seis novas revendas Benelli em outras capitais além de São Paulo também não e a cidade ainda é a única com uma concessionária da marca até o momento.

Outra promessa não cumprida foi a Benelli de entrada, a BN 604, que deveria estar à venda desde maio por R$ 25.990. “Ainda não há definição da chegada”, admite Sandre.