
Com as fronteiras nacionais arrombadas pela relação cambial e desconto de 40% na tarifa de importação de autopeças (TEC), Hugo adverte que só resta lutar contra outras assimetrias que nos deixam em inferioridade competitiva com nossos concorrentes: os conhecidos encargos laborais que a Reforma Trabalhista deveria aliviar os onerosos impostos que a Reforma Tributária tem o dever de reduzir e a remoção de todas as barreiras estruturais e não-estruturais que distanciam os exportadores brasileiras das economias desenvolvidas com quem temos de competir.
Hugo conclama a uma mobilização em defesa do setor, sem o que podemos assistir a uma argentinização do setor de autopeças.