logo

acordo automotivo

Brasil e México retomam negociações

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

Redação AB

12 mar 2012

2 minutos de leitura

NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Agência Brasil

As autoridades brasileiras e mexicanas vão retomar as negociações sobre o acordo automotivo na próxima quarta-feira, 14. Com esse objetivo, os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, e das Relações Exteriores, Antonio Patriota, embarcam nesta terça-feira, 13, para a Cidade do México. Eles vão se encontrar com o ministro da Economia do México, Bruno Ferrari.

A ideia é chegar a um entendimento sobre os ajustes na relação comercial automotiva entre os dois países. O Brasil quer que o México limite a US$ 1,4 bilhão as exportações de carros ao mercado nacional com tarifa reduzida. Além disso, as autoridades brasileiras defendem maior participação de conteúdo regional na produção dos veículos e inclusão de caminhões, ônibus e utilitários no benefício de alíquota reduzida.

Esta será a terceira tentativa de renegociação do acordo automotivo entre o Brasil e o México. Autoridades mexicanas estiveram duas vezes no Brasil, em fevereiro, mas não houve avanços nas discussões. O último encontro ocorreu no dia 29 do mês passado, com a presença da chanceler mexicana, Patricia Espinosa, e do ministro da Economia daquele país, Bruno Ferrari.

Firmado em 2002, o acordo automotivo permite a importação de veículos, peças e partes de automóveis do México com redução da alíquota de impostos e institui um porcentual mínimo de nacionalização dos veículos vindos do país. A parceria isenta os veículos da taxa de importação de até 35%, cobrada sobre carros de fora do México e do Mercosul.

Atualmente, o intercâmbio comercial entre os dois países movimenta cerca de US$ 8,5 bilhões e 40% disso corresponde ao setor automotivo. Pela primeira vez em dez anos há um saldo negativo para o Brasil.