logo

brasil

Brasil e Rússia salvam vendas da Renault

As vendas fora da Europa da Renault alcançaram alta de 14,3%, superior à média dos mercados, que foi de 9,5%. O resultado é devido ao desempenho positivo dos negócios no Brasil e na Rússia. Contudo, não foi suficiente para compensar a retração na Europa, de 14,9%. No total, o grupo francês vendeu 1,3 milhão de unidades em todo o mundo, queda de 3,3% no comparativo com o 1º semestre de 2011. A participação no mercado mundial ficou em 3,3%, baixa de 0,3 ponto.
Author image

Redação AB

12 jul 2012

2 minutos de leitura

No segmento de veículos de passeio, foi registrada baixa de 3,9%, para 1,14 milhão e participação de 3,8%. Já no de comerciais leves, houve alta de 0,4%, para 182,7 mil unidades. Neste nicho, aliás, a marca conseguiu crescer em todas as regiões e manteve-se pelo 15º ano consecutivo líder na Europa.

No mercado europeu, que no geral apresentou queda de 7,4%, o Grupo Renault comercializou 708,1 mil veículos. As vendas foram impactadas principalmente pelo desempenho da França (queda de 15,2% no período), reestruturação da marca no Reino Unido e renovação de parte dos modelos.

No mercado americano as vendas da Renault aumentaram 20,4%, para 215,1 mil unidades e participação de 6,7%. No Brasil, onde o mercado apresentou queda de 0,4%, a Renault não se abateu. Com o sucesso dos modelos Duster e Sandero, teve aumento de 37,3% e participação recorde de 6,8%, o que garantiu a segunda melhor progressão entre todas as marcas. O País continua sendo o segundo maior mercado do grupo.

Na Rússia, a fabricante acompanhou a ascensão e registrou aumento de 28,6% nas vendas, além de se tornar a número um entre as importadoras e a segunda maior marca do País, com 6,8% de participação. A Renault registrou alta também nos continentes africano e asiático, e prevê progressão de 5% em todo mundo em 2012, superando 2011, e redução de 6% a 7% na Europa, puxada pelo mercado francês, que deverá cair de 10% a 11% no ano.