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Brasil e Rússia são países-chave para a Renault

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cria

11 jul 2011

2 minutos de leitura

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Redação AB

A Renault comercializou 1,4 milhão de veículos globalmente no primeiro semestre deste ano, com expansão de 1,9% sobre o mesmo período de 2010. O avanço foi puxado pelas vendas fora da Europa, que cresceram 20,4% e já representam 40% dos emplacamentos da montadora.

A expansão aconteceu “graças, principalmente, a dois países-chave para o grupo, o Brasil e a Rússia”, aponta Jérôme Stoll, diretor adjunto comercial e de veículos utilitários. O mercado nacional manteve-se como o terceiro maior da companhia, atrás apenas da França e da Alemanha. As vendas locais da marca cresceram 24,6%, com 4,9% de participação de mercado.

Na Rússia, a marca francesa anotou expansão de 76%, com 6% de market share. O país impulsionou o crescimento de 73,3% das vendas na região da Eurásia, para mais de 80 mil unidades. Na Europa ocidental os emplacamentos desaceleraram 7,4% na primeira metade do ano, com perda de 0,7 ponto percentual de participação no mercado.

Expectativas

Para a segunda metade do ano, a montadora espera avanço desigual dentro e fora da Europa. A projeção é avançar entre 3% e 4% globalmente sobre 2010 apesar da retração de até 2% das vendas ao mercado europeu. A região receberá no período os três primeiros veículos elétricos da Renault: Kangoo Z.E, Fluence Z.E e Twizy.

A companhia planeja ainda acelerar as vendas na Índia, um dos mercados prioritários. Depois do lançamento do Fluence, em maio deste ano, a empresa deve apresentar cinco novos produtos na região até o final de 2012. O Koleos e o Duster são dois deles.