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Medidas estão sendo tomada para viabilizar a integração ferroviária entre o Brasil e os países vizinhos, informou nesta segunda-feira, 15, Maria Luisa Leal, diretora da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, vinculada ao MDIC. Ela fez palestra no encontro promovido pela Embaixada do Brasil na Argentina, que reuniu empresários dos dois países.
A diretora disse que o setor ferroviário brasileiro é um dos mais caros à presidenta eleita Dilma Rousseff. No último fim de semana, Maria Luisa Leal participou de reunião entre o Brasil e o Uruguai e tomou conhecimento de medidas que estão sendo tomadas para a integração ferroviária. A Argentina, disse a diretora da ABDI, tem ações concretas para revitalizar e fortalecer o setor ferroviário, capacidade produtiva, conhecimento setorial e um marco regulatório que favorece a área.
Os projetos de fornecimento de produtos para a cadeia produtiva de petróleo e gás e do aumento da integração produtiva da indústria automobilística brasileira e argentina já têm investimentos garantidos. “São US$ 4 milhões para a indústria automobilística e US$ 3,6 milhões para a indústria de petróleo e gás, provenientes do Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul. Além disso, há um conjunto de outros recursos que estão sendo disponibilizados por empresas brasileiras e argentinas”.
Para o setor de máquinas agrícolas dos dois países está marcada uma reunião, no mês que vem, em Porto Alegre, RS. O setor de petróleo e gás interrompeu as negociações no mês passado, enquanto se discutia a capitalização da Petrobras. Os trabalhos recomeçam agora, identificando os parceiros interessados em realizar negócios na área. No setor aeronáutico, há um compromisso da Associação Brasileira da Indústria Aeronáutica de iniciar contatos com o seu congênere argentino para identificar oportunidades concretas de integração.