A Ford veio de Ka novo e Fiesta nacional. Que mais? A GM trouxe o Camaro conversível e outros carros de luxo também estrearam no mercado brasileiro, como o Porsche Macan e os Mercedes-Benz GLA e CLA, além do Suzuki Swift.
Muitos carros foram renovados, como Fluence, Sandero, City, Fit, Fox e Soul, por exemplo. Porém, se considerarmos todas as novidades em relação a acabamento, motorização e carroceria, de todas as marcas, fabricadas no Brasil e importadas, o número de novidades chega a 431. Isso mesmo: quase duas novidades por dia útil no ano passado.
Esse número expressivo, levantado pela Agência Autoinforme, revela o dinamismo do setor automobilístico, com as montadoras sempre atentas a atender as demandas e buscar nichos de mercado para conquistar o cliente.
Durante o ano as fabricantes retiram de linha determinadas versões e colocam outras, introduzindo algum equipamento, eliminando outros, alterando a configuração, criando um detalhe no acabamento. Tudo com o objetivo de reposicionar o produto de forma a melhor enfrentar a concorrência.
Às vezes a simples mudança do nome da versão e o reposicionamento do preço configuram um “carro novo no mercado”, que ajuda a marca a ampliar o seu espaço. Muitas versões também são retiradas de linha. No ano passado deixaram de ser fabricadas ou importadas 225 opções. O balanço, portanto, foi positivo: os catálogos das marcas aumentaram em 206 o número de ofertas ao consumidor brasileiro.
A Volkswagen foi a marca que mais mostrou novidades, 83, isso porque acrescentou a opção de motor 1.6 de 16 válvulas para a maioria dos modelos pequenos. Já a Mercedes-Benz foi a que mais retirou de linha, um total de 54 carros. Mas a marca que mais movimentou o catálogo de ofertas foi a BMW, que lançou 50 carros e retirou de linha 48.
Movimentação de modelos e versões no Brasil (nacionais e importados)