“Não tenho dúvidas que o carro elétrico está no futuro da indústria, mas não vejo interesse do governo brasileiro em estimular essa tecnologia. Essa não é uma crítica, mas uma constatação”, afirmou Ghosn. Segundo ele, com o nível de taxação atual os elétricos têm poucas chances de prosperar no Brasil. “Com mercado muito pequeno não há como fazer uma fábrica. Não estamos interessados em fazer produtos de nicho”, acrescentou.
A associação dos fabricantes de veículos, a Anfavea, entregou em 2013 ao governo uma proposta para incentivar os carros elétricos e híbridos. Espera-se para este ano alguma decisão sobre o assunto. Os fabricantes pedem a isenção de impostos de importação e IPI num primeiro momento, para depois viabilizar a produção no País.