
Mesmo a projeção de produção de 63 milhões no prazo de oito anos é considerada otimista pela EPE. Este deverá ser um volume teto, de acordo com Tolmasquim. Ele, porém, não prevê nova revisão dos números por enquanto. “O etanol está passando por um mau momento, mas tenho certeza de que é conjuntural”, disse.
Tolmasquim reconhece as dificuldades como sendo conjunturais e aposta no financiamento de projetos para o setor via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como um instrumento de estímulo à retomada da produção. Além disso, com o aumento da frota de carros bicombustíveis, a tendência é de aumento do consumo e, consequentemente, da produção, disse.