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Durante conferência de apresentação de resultados, o presidente e executivo-chefe da empresa, Martin Richenhagen, destacou o papel do Brasil nesse cenário de mercado aquecido. “A demanda no Brasil está atingindo níveis recorde”, afirmou. “O governo brasileiro estendeu os programas de financiamento de equipamentos com juros baixos até o fim de 2010, o que, somado às fortes colheitas e à melhor renda rural, está sustentando as vendas da indústria”, explicou o executivo.
As vendas da AGCO na América do Sul subiram 98% no segundo trimestre fiscal, para US$ 448 milhões, em relação ao ano anterior – ou 74,2% se não forem considerados os impactos cambiais. “Nossa forte posição na América do Sul está permitindo que aproveitemos as condições saudáveis do mercado”, disse Richenhagen. “A América do Sul foi a chave de nossos resultados no segundo trimestre.”
A AGCO informou que lucrou US$ 62,9 milhões no segundo trimestre, valor 9,6% superior ao registrado no mesmo período de 2009.
Fonte: Felipe Domingues, Agência Estado, com informações da Dow Jones.