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Brasileiros descobrem o câmbio automático

Há algumas décadas, o consumidor brasileiro fugia dos automóveis equipados com câmbio automático com a mesma veemência que o Super-Homem evita a criptonita. Além de custar muito mais, o equipamento apresentava baixa confiabilidade e alto custo de manutenção. E ainda prejudicava o desempenho e a economia de combustível. Na hora de revender, então, era uma tortura. Mas isso vem mudando nos últimos anos. A procura pelos carros automáticos é crescente e o que antes era exclusividade das versões mais luxuosas começa a se estender aos modelos de entrada das montadoras como, por exemplo, o Kia Picanto, o Peugeot 206 e o Honda Fit. Três fatores primordiais explicam a nova tendência: o advento de novas tecnologias, que reduziram o custo dos câmbios automáticos, a facilidade de crédito e juros baixos, além do crescente número de congestionamentos – ocasiões nas quais o equipamento é mais que bem-vindo.
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cria

30 mai 2008

1 minutos de leitura