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Redação AB
Três equipes brasileiras estão prontas para participar do Baja Kansas, promovido pela SAE nos Estados Unidos, com um olho na competição e outro no Weather Channell, acompanhando a evolução do tornado Joplin, que no final de semana balançou a equipe da Universidade Federal de Pernambuco (Mangue Baja UFPE), bloqueada na estrada.
Ronaldo Bianchini, da SAE Brasil, acompanha os brasileiros. “Chegamos na segunda-feira à tarde e fomos recebidos em hotéis sem água, gás, eletricidade falhando, muita chuva e vento, sem local para comer”, relata. Ele explica que há cenas de destruição como se tivesse acontecido um bombardeio pesado: carros, caminhões e carretas literalmente voaram e mais de duas mil construções foram arrasadas.
A equipe da Escola Politécnica da USP (Poli Fenix) buscou refugio em um abrigo logo depois das sirenas darem o alarme de tornado no dia 25.
Em meio a todas essas dificuldades, as três equipes brasileiras ganharam também o desafio de enviar relatórios de custos e dos projetos, além dos próprios carros.
“Foi um grande aprendizado para todos”, assegura Bianchini, explicando que a maior parte das dificuldades foi superada. Ele relata que na quinta-feira, depois da epopeia, os motores foram aprovados pela organização.
Nesta sexta-feira os Bajas estão montados, brilhando, prontos para o início das provas estáticas. Começam com uma vantagem: receberam as melhores notas nos relatórios de custos, recebendo 15 pontos cada uma. Na lista, outras sete equipes levaram 14 pontos.