
A soma das vendas no Brasil, Rússia, Índia e China aumentou de 15 milhões para 19 milhões entre 2007 e 2009, período em que o mercado mundial encolheu de 70 milhões para 62 milhões de unidades. Para 2014, quando o mercado global poderá crescer para algo entre 78 milhões e 87 milhões de veículos, a parte dos Bric já estará em 23 milhões a 27 milhões, dependendo da conjuntura. Isso indica que a fatia do bloco saltará de pouco mais de 10% para quase 30%.
“Os Bric serão o motor do crescimento da indústria automobilística, liderada por China, seguida pelo Brasil”, disse Nikolaus Lang, sócio do BCG em Munique e coautor do estudo. Para ele, que analisa o setor automotivo com ênfase nas regiões emergentes há 15 anos, falta à maior parte das empresas homogeneizar presença em todo o bloco. “Apenas quatro têm uma presença realmente forte nos quatro países: Volkswagen, General Motors, Bosch e Delphi.