
O projeto, que conta com o apoio da Investe São Paulo, agência de fomento do Estado, começou a ser negociado em março de 2012 e foi confirmado há quase um ano, em julho de 2014, com a assinatura de protocolo de intenções entre a BYD, que já mantém escritório em São Paulo, e a prefeitura de Campinas (leia aqui).
Com capacidade para produzir 500 unidades por ano, a unidade já nasce com a possibilidade de aumentar para 1 mil unidades/ano à medida do crescimento do mercado. Os ônibus elétricos da BYD produzidos no Brasil são para atender a demanda interna e exportações para mercados dos demais países da América Latina.
Em 2016, ainda como parte da primeira fase do investimento, a BYD pretende aplicar outros R$ 100 milhões dentro do mesmo complexo industrial, para a construção de uma outra planta de produção de painéis solares.
Já a segunda fase, ainda sem data definida, prevê a ampliação da capacidade das duas primeiras fábricas, além de uma terceira dedicada à produção de componentes de chassi. Pelos planos da BYD, esta nova fase prevê investimento de R$ 150 milhões, elevando para R$ 400 milhões o aporte total da companhia no País no longo prazo. A estimativa é de que até lá a unidade de Campinas alcance capacidade produtiva de 4 mil chassis por ano, além da produção de sistemas de alta voltagem e células de bateria.
Após esta primeira fase da produção, a BYD calcula ter gerado 450 novas vagas de emprego ao longo do desenvolvimento de suas operações.