O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) do Ministério da Justiça baixou medida preventiva para impedir a CSN de indicar membros aos conselhos de Administração e Fiscal da Usiminas, que promoverá assembleia geral ordinária dia 25 de abril. A informação é do jornal Valor.
A CSN detém 16% do capital social da Usiminas, o que lhe permite eleger membros para o Conselho de Administração da empresa. O problema é que as companhias competem entre si e o órgão antitruste teme que a CSN tenha acesso a informações relevantes de sua concorrente.
Pela medida, a CSN também está proibida de ter acesso a informações relevantes da Usiminas, como planos de investimentos e práticas de preços. As empresas são concorrentes diretas no mercado de aços planos – matéria-prima para as chapas utilizadas pelas indústrias naval, automobilística e de eletrodomésticos. Caso descumpra a medida, a CSN terá de pagar R$ 10 milhões de multa.