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Caminhões diminuem o ritmo de produção

Ariverson Feltrin e Sonia Moraes analisaram na Gazeta Mercantil de ontem os cenários para o mercado de veículos comerciais no Brasil. Eles lembram que, ao contrário do final do ano passado, quando as fábricas de caminhões e ônibus praticamente só interromperam a produção no período de Natal e Ano Novo, agora as férias coletivas serão mais generosas. A Scania interromperá a produção de 15 de dezembro a 18 de janeiro. A Ford Caminhões enfrenta a retração com a suspensão da produção aos sábados; antecipação das férias coletivas e adiamento da implantação do segundo turno. A Iveco dará 30 dias de férias coletivas (15 de dezembro a 14 de janeiro), mas vai manter 350 pessoas ativas para concluir a nova unidade de caminhões pesados, prevista para entrar em operação no início de 2009. Revendedores VW reunidos semana passada extraíram um consenso: a lua de mel com o mercado acima de 100 mil unidades foi interrompida. Até agora, no entanto, não houve recuo na criação do terceiro turno em Resende, RJ. Depois de um final de ano menos atrativo, fornecedores de componentes para a indústria de caminhões projetam um impacto menor para o mercado de veículos comerciais em 2009. “O Brasil vai sofrer com a crise mundial, mas não na mesma proporção que os Estados Unidos e a Europa. O mercado brasileiro ainda tem muita demanda para ser atendida”, disse Roberto Alves, gerente de marketing da MWM International, fabricante de motores. Para ele, o mercado de caminhões e ônibus, que neste ano crescerá 30%, deverá ter uma expansão entre 3% e 5% no ano que vem por conta da demanda do transporte.
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cria

25 nov 2008

2 minutos de leitura